Informações gerais e bula para Adeforte. .
  • Princípio Ativo: vitamina a, d3, e
  • Laboratório: Gross
  • Preço inicial: R$8,17

Para que serve Adeforte?

Adeforte Gotas é utilizado na prevenção e tratamento dos estados de carência das vitaminas A, D e E, em crianças e adultos.

Contra indicações para Adeforte

Adeforte está contra-indicado nas hipervitaminoses A, D e E, nos casos de hipersensibilidade a qualquer componente da sua fórmula, na insuficiência renal e na osteodistrofia com hiperfosfatemia.

Como tomar Adeforte?

O tempo de uso deve ser determinado por critério médico.

Composição Adeforte

Cada mL (20 gotas) contém: palmitato de retinol - 20. 000 UI colecalciferol - 1. 600 UI acetato de racealfatocoferol - 30 mg Excipiente q. s. p. - 1 mL Cada gota contém: palmitato de retinol - 1. 000 UI colecalciferol - 80 UI acetato de racealfatocoferol - 1,5 mg Excipiente q. s. p. - 0,05 mL Excipientes: cremophor RH 40, benzoato de sódio, ácido cítrico, fosfato de sódio dibásico, butilidroxitolueno, álcool etílico, aroma idêntico ao natural de banana, ciclamato de sódio, sacarina sódica di-hidratada e água de osmose reversa. A equivalência de gotas para cada mililitro e massa por gota são, respectivamente, as seguintes: 20 gotas/mL e 50 mg/gota.

Precauções e reações adversas da Adeforte

Palmitato de retinol (vitamina A): Foram descritos casos de mulheres que ingeriram quantidades excessivas de vitamina A durante a gravidez, cujos filhos manifestaram atraso no crescimento e fechamento prematuro das epífises . 000 UI; superdose materna em animais tem originado má formação no SNC, coluna vertebral, caixa torácica, olhos, região palatal e trato genitourinário do feto; ingestão de quantidade excessiva de vitamina A pode levar a síndrome de intoxicação grave (hipervitaminose A), sendo que crianças pequenas são mais suscetíveis aos efeitos das doses elevadas de retinol; é desaconselhável a ingestão de quantidades superiores a 25. 000 UI/dia por períodos prolongados; a relação risco/benefício da ingestão de vitamina A deve ser considerada em situações clínicas tais como fibrose cística, diabetes, enfermidade intestinal com diarréia, hiperatividade da tireóide, insuficiência pancreática, alcoolismo crônico, cirrose, insuficiência hepática, hepatite viral, insuficiência renal crônica e hipersensibilidade à vitamina A; em casos de proteinúria, ou infecções, a concentração de retinol no sangue pode sofrer redução, em parte devido ao aumento da excreção urinária; em doenças renais crônicas, o catabolismo da Proteína de Ligação do Retinol altera-se e as concentrações desta proteína e do retinol aumentam. Colecalciferol: Uso pediátrico - por causa da variação de sensibilidade, algumas crianças podem ter hiperreação a pequenas doses; também o crescimento pode ser impedido em crianças, especialmente depois de administração prolongada de 1. 800 UI ou mais de colecalciferol por dia. Gravidez - hipercalcemia materna tem sido associada com aumento da sensibilidade dos efeitos da vitamina D. A relação risco/benefício deve ser avaliada em situações clínicas tais como: aterosclerose, comprometimento da função cardíaca, hiperfosfatemia, doenças hepática, renal ou pancreática, sarcoidose, diarréia crônica, e epilepsia; a margem entre a dose terapêutica e a dose tóxica é estreita; um ajuste de dose deve ser realizado assim que for observada melhora clínica; a administração crônica de colecalciferol pode provocar nefrocalcinose e calcificação de outros tecidos, inclusive vasculares; o consumo dietético de alimentos enriquecidos com vitamina D, deve ser reajustado para evitar transtornos da superdose de colecalciferol ou de análogos da vitamina D. Acetato de racealfatocoferol (Vitamina E): A relação risco/benefício deve ser avaliada em situações clínicas tais como hipoprotrombinemia por deficiência de vitamina K, hipersensibilidade à vitamina E, anemia ferropriva, fibrose cística, problemas intestinais, doença hepática e hipertireoidismo. São raras, mas pode haver: fraqueza, letargia, dor de cabeça, anorexia, perda de peso, náusea, vômitos, cólicas, diarréia, constipação, vertigem, sede exces- siva, volume excessivo de urina, boca seca, dores musculares ou ósseas, secura da pele, rachadura dos lábios, e irritabilidade. Palmitato de retinol (vitamina A): Dor abdominal, perda de apetite, dor nos ossos ou articulações, desconforto, cansaço, fraqueza, ressecamento ou rachadura da pele e lábios, febre, alopecia, dor de cabeça, fechamento prematuro de epífise em crianças, aumento da freqüência urinária, aumento de fotossensibilidade, irritabilidade, vômitos, e máculas amarelo-alaranjadas na planta dos pés, na palma das mãos ou ao redor do nariz e dos lábios. Colecalciferol (vitamina D3): Perda de apetite, constipação, diarréia, boca seca, dor de cabeça, sede aumentada, confusão mental, gosto metálico, náusea, fadiga, e vômitos. Solução oleosa oral. Caixa com 1, 3, 25 e 50 ampolas com 3 ml. Solução oral. Frasco com 15 ml. Acetato de racealfatocoferol (vitamina E): Dor abdominal, diarréia, vertigem, dor de cabeça, náusea, fadiga e visão turva.

O que fazer em casos de superdosagem de Adeforte?

Palmitato de retinol (vitamina A): A ingestão de doses excessivas de vitamina A em dose única ou mesmo por períodos prolongados, pode provocar toxicidade severa; os primeiros sinais da intoxicação provocados pelo excesso de vitamina A, incluem prurido, descamação da pele, alteração do crescimento do cabelo, fissura nos lábios, dor ósteo-articular, cefaléia, diplopia, anorexia, fadiga, irritabilidade, crises convulsivas, vômitos incoercíveis e hemorragias; em crianças, pode ocorrer protusão das fontanelas e vômitos; em crianças maiores e adultos, aumento da pressão intracraniana (pseudotumor cerebral); pode ocorrer também hepatoesplenomegalia, com alterações histopatológicas que incluem hipertrofia celular com depósitos de gordura, fibrose, esclerose das veias centrais, cirrose e ascite, como resultado da hipertensão portal; os sinais de superdosagem crônica do retinol são dores nos ossos ou articulações, ressecamento da pele e lábios, febre, mal estar, dor de cabeça, fotossensibilidade, nictúria, irritabilidade, perda de apetite, queda de cabelo, epigastralgia, cansaço, vômitos, manchas de cor amarelo-alaranjado na palma das mãos, na planta dos pés e ao redor do nariz e lábios, papiledema, hipomenorréia, hemólise, e anemia; os sintomas de toxicidade aparecem cerca de 6 horas após a ingestão de altas doses de vitamina A. A toxicidade é lentamente reversível após suspensão do tratamento, mas pode persistir durante várias semanas. Colecalciferol (vitamina D3): Os efeitos do colecalciferol podem durar mais de 2 meses após a suspensão da administração; os sinais iniciais de toxicidade por vitamina D associada a hipercalcemia incluem náuseas e vômitos, normalmente mais freqüentes em crianças e adolescentes, diarréia, secura da boca, dor de cabeça, sede intensa, perda de apetite, gosto metálico, e fadiga; sinais tardios de toxicidade por vitamina D associada a hipercalcemia: urina turva, hipertensão arterial, fotossensibilidade e irritação ocular, nictúria, arritmias cardíacas, ardência na pele, astenia, dores musculares, náuseas e vômitos e epigastralgia, crises convulsivas, e perda de peso; a administração crônica de colecalciferol pode provocar nefrocalcinose e calcificação de outros tecidos, inclusive vascu- lares; estes efeitos têm mais tendência a serem produzidos quando a hipercalcemia está acompanhada de hiperfosfatemia; o crescimento pode ser retardado, especialmente depois da administração prolongada de 1. 800 UI ou mais de vitamina D ao dia; a dosagem necessária para se produzir toxicidade varia com a sensibilidade individual, mas 50. 000 UI de colecalciferol ao dia durante mais de 6 meses podem causar toxicidade. Acetato de racealfatocoferol (vitamina E): Com doses superiores a 400 a 800 mg/dia,por períodos prolongados pode haver visão turva, diarréia, cefaléia, náusea ou cólica, e fadiga; as doses mais elevadas (superiores a 800 mg/dia) têm sido associadas a uma maior incidência de sangramento em pacientes com deficiência de vitamina K, alteração do metabolismo tireoidiano, função sexual diminuída, e risco de tromboembolia.

Interações medicamentosas Adeforte

Ações das substâncias em Adeforte

Repor a falta de de vitaminas no organismo

Como armazenar, guardar, Adeforte?

Conservar a temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30oC). O prazo de validade é de 24 meses para a Adeforte solução oleosa oral e de 24 meses para Adeforte solução oral. Nenhum medicamento deve ser usado se o prazo de validade estiver vencido. Adeforte deve ser utilizado imediatamente após a sua remoção a partir da ampola ou do frasco. Seu conteúdo não deve ser estocado fora de sua ampola ou do seu frasco. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres legais Adeforte

REG. MS -1. 0444. 0113. FARM. RESP. : Marcio Machado CRF-RJ n°. 3045 LABORATÓRIO GROSS S. A. Rua Padre Ildefonso Penalba, No. 389. CEP: 20775-020 Rio de Janeiro – RJ CNPJ: 33. 145. 194/0001-72 Indústria Brasileira www. gross. com. br Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC): 0800 709 7770