Informações gerais e bula para Trivastal Retard. .
  • Princípio Ativo: Piribedil
  • Laboratório: Servier
  • Preço inicial: R$R$ 47,33

Para que serve Trivastal Retard?

- Doença de Parkinson. Distúrbios psicocomportamentais da cerebrosclerose progressiva, distúrbios da memória, deterioração intelectual, diminuição da capacidade de concentração, tremor senil, tendência à depressão, alterações do sono. Acidentes vasculares cerebrais e seqüelas. Proteção do SNC de pacientes hipertensos e ateroscleróticos. - Oftalmologia: Degenerescência macular: retinopatia diabética, acidentes isquêmicos retinianos. - Otorrinolaringologia: Vertigens; zumbidos, traumatismo sonoro agudo. - Angiologia: Arteriopatias (diabéticas, ateroscleróticas), distúrbios vasomotores (cãibras).

Contra indicações para Trivastal Retard

- Colapso cardiovascular. - Infarto do miocárdio na fase aguda.

Como tomar Trivastal Retard?

Uso Oral. Adultos - Em monoterapia: 3 a 5 drágeas. - Em associação: 1 drágea de TRIVASTAL RETARD para cada 250 mg de levodopa. TRIVASTAL RETARD: 1 drágea ao dia, após a refeição principal. Nos casos graves: 2 drágeas ao dia, em duas tomadas. No tremor extrapiramidal: 2 a 4 drágeas ao dia, em dosagem progressiva . - Gestantes e lactantes devem consultar o médico antes de começar o tratamento médico. - Distúrbios digestivos menores, nervosismo ou agitação que desaparecem com a descontinuação do tratamento. - Hipotensão ortostática. - Casos de compulsão por jogos, hipersexualidade e aumento na libido foram reportados com o uso do medicamento.

O que fazer em casos de superdosagem de Trivastal Retard?

Interações medicamentosas Trivastal Retard

Associações contraindicadas Neurolépticos antipsicóticos (excluindo clozapina) em pacientes não parkinsonianos Antagonismo recíproco entre agonistas dopaminérgicos e neurolépticos. No caso de síndrome extrapiramidal induzida por neurolépticos, os pacientes não devem ser tratados com agonistas dopaminérgicos, e sim com um medicamento anticolinérgico. Neurolépticos antieméticos Antagonismo recíproco entre agonistas dopaminérgicos e neurolépticos. Deve-se utilizar os antieméticos desprovidos de efeitos extrapiramidais. Associações não recomendadas neurolépticos antipsicóticos (excluindo clozapina) em pacientes parkinsonianos Antagonismo recíproco entre agonistas dopaminérgicos e neurolépticos. Os agonistas dopaminérgicos podem induzir ou agravar distúrbios psicóticos. Caso seja necessário o tratamento com neurolépticos em pacientes com doença de Parkinson tratados com agonistas dopaminérgicos, deve-se reduzir progressivamente até a retirada total dos agonistas dopaminérgicos (uma retirada abrupta de dopaminérgicos pode ocasionar uma “síndrome neuroléptica maligna”).

Ações das substâncias em Trivastal Retard

Resultados de Eficácia Os benefícios clínicos do piribedil no tratamento de enfermidades nos campos da neurologia, oftalmologia, otorrinolaringologia e angiologia foram demonstrados através de vários estudos clínicos, desde o lançamento do produto no mercado. Entre os distúrbios neurológicos, a insuficiência dopaminérgica é a mais constante, precoce e severa associado a desordens motoras, emocionais, afetivas e cognitivas relacionadas ao envelhecimento cerebral. Os efeitos benéficos de Piribedil (substância ativa), agonista dopaminérgico, nos sintomas de envelhecimento cerebral, particularmente nas alterações psico-comportamentais corroboram o valor terapêutico do agonismo dopaminérgico. Características Farmacológicas Propriedades Farmacodinâmicas O piribedil é um agonista dopaminérgico (estimula os receptores da dopamina e as vias dopaminérgicas cerebrais). Em humanos, o mecanismo de ação foi demonstrado pelos estudos de farmacologia clínica: Estimulação da eletrogênese cortical do tipo “dopaminérgica” registrada no estado de vigília e durante o sono. Atividade clínica em diferentes funções controladas pela dopamina, sendo que esta atividade foi demonstrada através do uso das escalas comportamentais ou psiquiátricas. Adicionalmente, o piribedil produz um aumento da circulação sanguínea femoral (a ação do piribedil na circulação periférica é explicada pela existência de receptores dopaminérgicos na circulação vascular femoral). Propriedades Farmacocinéticas Piribedil é absorvido rapidamente. A concentração máxima é alcançada uma hora após a administração oral de piribedil. A eliminação plasmática é bifásica e é composta por uma primeira fase caracterizada por um tempo de meiavida de 1,7 horas e uma segunda fase mais lenta, caracterizada por um tempo de meia-vida de 6,9 horas. O metabolismo do piribedil é intenso; com dois metabólitos principais: um derivado hidroxilado e um diidroxilado. A eliminação é essencialmente urinária: 68 % do piribedil absorvido é excretado por via renal sob a forma de metabólitos e 25 % são excretados na bile. As drágeas de ação prolongada de 50mg de piribedil permitem uma absorção in vivo e uma liberação gradual da substância ativa. Os estudos de cinética realizados em humanos demonstram a extensão da cobertura terapêutica que ultrapassa cada período de 24 horas. A excreção urinária é de aproximadamente 50% na 24ª hora e total na 48ª hora.

Como armazenar, guardar, Trivastal Retard?

Dizeres legais Trivastal Retard