ciprofloxacino
Solução injetável 2 mg/mL
Fresenius Kabi Brasil Ltda.
CIPROFLOXACINO
"Medicamento Genérico, Lei nº. 9.787, de 1999"
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
FORMA FARMACÊUTICA E VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Solução injetável para infusão intravenosa na concentração de 2 mg/mL.
APRESENTAÇÕES
Frasco plástico transparente de 100 mL.
Frasco plástico transparente de 200 mL.
USO INTRAVENOSO
SISTEMA FECHADO
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada 1 mL contém:
ciprofloxacino.................................................. 2 mg
água para injetáveis q.s.p. ................................ 1 mL
Excipientes: cloreto de sódio, ácido láctico, hidróxido de sódio, ácido clorídrico , edetato dissódico
dihidratado e água para injetáveis.
Osmolaridade teórica: 308 mOsm/L
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
As indicações de ciprofloxacino são as seguintes:
Adultos
Para o tratamento de infecções complicadas e não complicadas causadas por microrganismos sensíveis ao
ciprofloxacino:
- do trato respiratório. Muitos dos microrganismos, por exemplo. Klebsiella, Enterobacter, Proteus , E.
coli, Pseudomonas, Haemophilus, Moraxella, Legionella e Staphylococcus reagem com muit a
sensibilidade ao ciprofloxacino. A maioria dos casos de pneumonia que não necessitam de tratamento
hospitalar é causada por Streptococcus pneumoniae. Nesses casos, o ciprofloxacino não é o medicamento
de primeira escolha;
- do ouvido médio (otite média) e dos seios paranasais (sinusite), especialmente se causadas por
Pseudomonas ou Staphylococcus;
- dos olhos;
- dos rins e/ou do trato urinário eferente;
- dos órgãos reprodutores, inclusive inflamação dos ovários e das tubas uterinas (anexite), gonorreia e
infecções da próstata (prostatite);
- da cavidade abdominal (p. ex. do trato gastrintestinal, do trato biliar e do peritônio);
- da pele e de tecidos moles;
- dos ossos e articulações.
Infecção generalizada (septicemia).
Infecções ou risco de infecção (profilaxia) em pacientes com sistema imunológico comprometido, por
exemplo, pacientes em tratamento com medicamentos que inibem as defesas imunológicas naturais do
organismo ou pacientes com número reduzido de glóbulos brancos do sangue.
Descontaminação intestinal seletiva em pacientes sob tratamento com imunossupressores. O
ciprofloxacino não é eficaz contra Treponema pallidum (causador da sífilis).
Crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos
Para infecção aguda na fibrose cística (distúrbio metabólico hereditário que aumenta a produção e a
viscosidade das secreções nos brônquios e no trato digestivo) causada por P. aeruginosa, se não houver
possibilidade de outros tratamentos injetáveis mais e ficazes. Não se recomenda ciprofloxacino para outras
indicações.
Antraz por inalação (após exposição) em adultos e crianças
Para terapia imediata e para tratamento de antraz após inalação de bacilos de antraz (Bacillus anthracis).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O ciprofloxacino é um antibiótico que atua como antibacteriano já que impede a síntese de DNA de uma
bactéria porque pertence ao grupo das quinolonas responsáveis por bloquear a reprodução de bactérias e
dessa forma combater infecções.
O ciprofloxacino é rapidamente absorvido a partir do trato gastrointestinal. A absorção pode ser retardada
pela presença de alimentos, mas não é substancialmente afetada.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Não use ciprofloxacino nas seguintes situações:
- alergia (hipersensibilidade) à substância ativa ciprofloxacino, aos medicamentos contendo outras
quinolonas ou a qualquer componente da fórmula. Sinais de alergia podem incluir coceira, vermelhidão na
pele, dificuldade para respirar ou inchaço das mãos, garganta, boca e pálpebra;
- uso concomitante de tizanidina (um relaxante muscular).
- uso concomitante de teofilina, ou outros produtos que contenham cafeína.
Usando estes medicamentos em conjunto pode aumentar os riscos de efeitos colaterais mais graves.
Categoria de risco C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem
orientação médica ou do cirurgião-dentista.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências:
- Para o tratamento de infecções graves, infecções por Staphylococcus e infecções por bactérias anaeróbias,
o ciprofloxacino deve ser utilizado em associação a um antibiótico apropriado.
O ciprofloxacino não é recomendado para o tratamento de pneumonia causada por Strep- tococcus
pneumoniae devido à eficácia limitada contra este agente bacteriano.
As infecções dos órgãos genitais podem ser causadas por isolados de Neisseria gonorrhoeae resistentes à
fluoroquinolonas. É muito importante obter informações locais sobre a prevalência de resistência ao
ciprofloxacino e confirmar a sensibilidade por meio de exames laboratoriais.
O ciprofloxacino está associado a casos de prolongamento do interv alo QT (uma alteração do
eletrocardiograma) (ver item “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?”). As mulheres podem ser mais sensíveis aos medicamentos que prolonguem o QTc, uma vez
que tendem a ter um intervalo QTc basal mais longo em compa ração aos homens. Pacientes idosos podem
também ser mais sensíveis aos efeitos associados ao medicamento sobre o intervalo QT. Deve -se ter
cautela ao utilizar ciprofloxacino junto com medicamentos que podem resultar em prolongamento do
intervalo QT (por ex emplo, antiarrítmicos de classe III ou IA, antidepressivos tricíclicos, antibióticos
macrolídeos, antipsicóticos) ou em pacientes com fatores de risco para prolongamento QT ou “Torsade de
Pointes” (uma alteração específica do eletrocardiograma), por exempl o, síndrome congênita do QT longo,
desequilíbrio eletrolítico (sais do organismo) não corrigido, como hipocalemia (baixo nível de potássio no
sangue) ou hipomagnesemia (baixo nível de magnésio no sangue) e doença cardíacas como insuficiê ncia
cardíaca, infarto do miocárdio ou bradicardia (ritmo dos batimentos cardíacos muito lento).
Em alguns casos podem ocorrer reações alérgicas e de hipersensibilidade após uma única dose. Informe
imediatamente seu médico. Em casos muito raros, pode ocorr er inchaço da face, garganta e dificuldade
para respirar, podendo progredir para choque, com risco para a vida, às vezes após a primeira
administração. Nesses casos, pare imediatamente o uso de ciprofloxacino e informe seu médico.
Se ocorrer diarreia grave e persistente durante ou após o tratamento, deve -se consultar o médico, pois esta
pode ser sinal de doença intestinal séria, com possível risco para a vida (colite pseudomembranosa), que
exige tratamento imediato. Você deve parar de usar ciprofloxacino e procurar atendimento médico. Não
tome antidiarreicos e fale com seu médico.
Casos de problemas no fígado (necrose hepática e insuficiência hepática) com risco para a vida têm sido
relatados com ciprofloxacino. No caso de qualquer sinal e sintoma de doença no fígado (como anorexia
(diminuição do apetite), icterícia (coloração amarelada da pele), urina escura, prurido (coceira) ou
abdômen tenso) pare imediatamente o uso de ciprofloxacino e informe seu médico. Pode ocorrer aumento
temporário das enzimas do fíg ado (transaminases e fosfatase alcalina) ou icterícia colestática (cor
amarelada da pele decorrente do acúmulo de pigmentos biliares), especialmente em pacientes que já
apresentaram alguma doença no fígado, que foram tratados com ciprofloxacino ( ver item “8. QUAIS OS
MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”).
O ciprofloxacino deve ser utilizado com cautela em pacientes com miastenia grave (doença muscular)
porque os sintomas podem ser exacerbados.
Podem ocorrer tendinite e ruptura de tendão (predominante mente do tendão de Aquiles) com
ciprofloxacino, algumas vezes bilateral, mesmo dentro das primeiras 48 horas de tratamento. Podem
ocorrer inflamação e ruptura de tendão mesmo até vários meses após a descontinuação da terapia com
ciprofloxacino. O risco de doença nos tendões pode estar aumentado em pacientes idosos ou pacientes
tratados concomitantemente com corticosteroides.
Na suspeita de inflamação de tendão, deve -se parar imediatamente o uso de ciprofloxacino e consultar o
médico e o membro acometido deve ser mantido em repouso evitando esforço físico, até avaliação médica.
O ciprofloxacino deve ser usado com cautela nos pacientes com antecedentes de distúrbios de tendão
relacionados a tratamentos com quinolonas.
O ciprofloxacino, assim como outros medica mentos da mesma classe, é conhecido por desencadear
convulsões ou diminuir o limiar convulsivo.
Caso sofra de epilepsia, tendência a convulsões ou tenha apresentado convulsões no passado, redução do
fluxo sanguíneo cerebral, traumatismo craniano ou anteced ente de derrame, o ciprofloxacino deve ser
administrado somente se os benefícios do tratamento forem superiores aos possíveis riscos. Esses pacientes
correm risco de efeitos indesejáveis no sistema nervoso central.
Casos de estado epilépticos têm sido rela tados. Se ocorrerem convulsões pare imediatamente o uso de
ciprofloxacino e informe o médico.
Podem ocorrer reações psiquiátricas após a primeira administração de fluoroquinolonas, incluindo
ciprofloxacino.
Em casos raros, podem ocorrer depressão ou reações psicóticas, que podem evoluir para
ideias/pensamentos suicidas e comportamento autodestrutivo, como tentativa de suicídio ou suicídio.
Nesses casos pare imediatamente o uso de ciprofloxacino e informe o médico.
Têm sido relatados casos de polineuropatia sensorial ou sensoriomotora, resultando em sensações cutâneas
subjetivas, perda ou diminuição de sensibilidade, alteração na sensibilidade dos sentidos ou fraqueza em
pacientes recebendo fluoroquinolonas, incluindo ciprofloxacino. Caso você desenvolva sintomas
neurológicos, tais como dor, queimação, formigamento, dormência ou fraqueza pare imediatamente o uso
de ciprofloxacino e informe o médico.
O ciprofloxacino pode induzir reações de sensibilidade à luz, portanto, os pacientes devem evitar a
exposição direta e excessiva ao sol ou à luz ultravioleta (UV) . Se aparecerem reações cutâneas similares a
queimaduras solares, pare imediatamente o uso de ciprofloxacino e informe o médico.
Foram observadas reações no local da aplicaç ão intravenosa de ciprofloxacino. Estas reações são mais
frequentes se o tempo de infusão for de 30 minutos ou menos. Estas reações podem desaparecer
rapidamente após se completar a infusão. Não são contraindicadas as administrações intravenosas
subsequentes, exceto se as reações piorarem ou reaparecerem.
Se você é um paciente diabético que toma medicamento para a diabetes por via oral: O ciprofloxacino
pode causar hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) em alguns pacientes os sintomas de baixa de açúcar
no sangue devem ser tratados antes de levar a inconsciência (desmaiar). Diferentes pessoas podem sentir
diferentes sintomas de baixa de açúcar no sangue. Se você apresentar sintomas de baixo açúcar no sangue,
pare de usar ciprofloxacino e verifique com o seu médico de imediato.
Os sintomas da baixa de açúcar no sangue podem incluir: ansiedade, mudança de comportamento
semelhante a estar bêbado, visão turva, suores frios, confusão, pele pálida e fria, com dificuldade de
concentração, sonolência, fome excessiv a, dor de cabeça, náuseas, nervosismo, taquicardia, tremores, ou
cansaço invulgar ou fraqueza.
Gravidez e amamentação
Gravidez
O ciprofloxacino não deve ser usado durante a gravidez. Estudos realizados com animais não evidenciaram
malformações do feto, po rém não se pode excluir que o medicamento possa causar lesões na cartilagem
articular de organismos imaturos.
Informe seu médico se ocorrer gravidez durante o uso de ciprofloxacino.
Gravidez: Categoria C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem
orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Amamentação
O ciprofloxacino é excretado no leite materno, por isso, devido ao risco de dano articular ao feto, o uso de
ciprofloxacino não é recomendado durante a amamentação.
Crianças, adolescentes e idosos
Como ocorre com outros inibidores da girase, o ciprofloxacino causa lesão nas articulações que suportam o
peso em animais imaturos. Os dados de segurança em menores de 18 anos que sofriam principalmente de
fibrose cística não evidenciaram lesão de articulação/cartilagem.
Na faixa etária de 5 a 17 anos pode ser usado no caso específico descrito abaixo.
Dados atuais confirmam o uso de ciprofloxacino para o tratamento de infecção aguda na fibrose cística
causada por P. aeruginosa em crianças e adolescentes de 5 a 17 anos. Atualmente a experiência disponível
sobre o uso em crianças e adolescentes com outras infecções e crianças com menos de 5 anos é
insuficiente. Portanto, não deve ser usado para outras infecções e em menores de 5 anos.
O ciprofloxacino pode ser usado por idosos na menor dose possível estabelecida pelo médico.
Aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta
Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão
de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas
apenas após avaliação cuidado sa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em
pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma
aórtico préexistente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições
predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de
Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão,
aterosclerose conhecida). Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser
aconselhados a consultar imediatamente um médico.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas
As substâncias do tipo fluoroquinolonas, incluindo o ciprofloxacin o, podem prejudicar a habilidade do
paciente para dirigir veículos e operar máquinas. Isso ocorre principalmente com o uso em conjunto com
bebidas alcoólicas.
Interações medicamentosas
A seguir, constam alguns medicamentos cujo efeito po de ser alterado se tomados com ciprofloxacino ou
que podem influenciar o efeito de ciprofloxacino. Fale com seu médico caso esteja tomando algum desses
medicamentos.
Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: ciprofloxacino, com outros medicam entos da
mesma classe (fluoroquinolonas), deve ser utilizado com cautela em pacientes que estejam recebendo
medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos de classe III ou
IA, antidepressivos tricíclicos, antibióticos macrolídeos, antipsicóticos).
O uso simultâneo de ciprofloxacino e probenecida (tratamento complementar de infecções, por exemplo,
gota) aumenta a concentração de ciprofloxacino no sangue.
Não se deve administrar ciprofloxacino com tizanidina (relaxante mus cular), pois pode ocorrer um
aumento indesejável nas concentrações de tizanidina no sangue associado aos efeitos colaterais
clinicamente importantes induzidos por esta, como queda da pressão e sonolência.
A teofilina (medicamento para a asma), usada em conjunto com o ciprofloxacino, pode ter sua
concentração aumentada no sangue, o que favorece um aumento da frequência dos efeitos indesejáveis
induzidos pela teofilina. Em casos muito raros, esses efeitos indesejáveis podem colocar a vida em risco ou
ser fatais. Se o uso de ambos for inevitável, a concentração de teofilina no sangue deve ser observada e a
dose reduzida conforme a necessidade.
Foi relatado que o uso de ciprofloxacino e medicamentos contendo derivados da xantina, como por
exemplo, cafeína e p entoxifilina (oxpentifilina), (para distúrbios circulatórios), elevou a concentração
destas substâncias no sangue. Fale com seu médico.
Em pacientes recebendo ciprofloxacino e fenitoína (antiepilético) ao mesmo tempo, foi observado nível
alterado (diminuído ou aumentado) de fenitoína no sangue. É recomendado o monitoramento da terapia
com fenitoína, incluindo medições de concentração de fenitoína no sangue, durante e imediatamente após a
administração simultânea de ciprofloxacino e fenitoína para e vitar a perda do controle de convulsões
associadas aos níveis diminuídos de fenitoína e para evitar efeitos indesejáveis relacionados à superdose de
fenitoína quando o ciprofloxacino é descontinuado em pacientes que estejam recebendo ambos.
O uso simultâneo com ciprofloxacino pode retardar a excreção do metotrexato (imunossupressor usado em
alguns tipos de câncer, psoríase e artrite reumatoide), aumentando o nível plasmático deste.
Anti-inflamatórios não-hormonais, por exemplo, o ibuprofeno (para dor, febre ou inflamação): estudos em
animais mostraram que o uso combinado de doses muito altas de quinolonas e certos anti -inflamatórios
não-esteroides podem desencadear convulsões. Isto não se refere aos que contêm ácido acetilsalicílico.
Observou-se em alguns ca sos, aumento transitório da concentração de creatinina no sangue, que avalia a
função renal, ao se administrar ciprofloxacino simultaneamente com ciclosporina (imu nossupressor usado
em doenças de pele, artrite reumatoide e transplante de órgãos).
Nesses casos é necessário controlar frequentemente (duas vezes por semana) a concentração de creatinina.
A administração simultânea de ciprofloxacino com substâncias antagonistas da vitamina K, como por
exemplo, varfarina, acenocoumarol, femprocumona, fluindiona, p ode aumentar os efeitos anticoagulantes
destas. Fale com seu médico.
O uso simultâneo de ciprofloxacino e antidiabéticos orais (para diminuição dos níveis de açúcar no
sangue) principalmente sulfonilureias, como por exemplo, glibenclamida, glimepiridina, p ode provocar
diminuição de açúcar no sangue (hipoglicemia), possivelmente por intensificar a ação do antidiabético
oral.
O uso simultâneo de ciprofloxacino e duloxetina (antidepressivo) pode levar a um aumento da duloxetina
no sangue.
No uso concomitante d e ciprofloxacino com ropinirol (medicamento para doença de Parkinson), seu
médico deverá monitorar os efeitos indesejáveis e realizar o ajuste de dose de ropinirol. No uso de
ciprofloxacino com lidocaína (para doenças cardíacas e anestésico local), podem o correr interações entre
estas substâncias, acompanhadas de efeitos secundários.
A concentração de clozapina (antipsicótico usado na esquizofrenia) no sangue aumenta se administrada
junto com ciprofloxacino, seu médico deverá monitorar e a justar a dose de clozapina apropriadamente
durante e logo após a administração simultânea destas substâncias.
O uso simultâneo de sildenafila (por exemplo, para disfunção erétil) e ciprofloxacino mostrou aumentar a
concentração daquela substância no sangue , por isso, seu médico deverá considerar os riscos e benefícios
ao recomendar o uso conjunto destas substâncias.
O ciprofloxacino demonstrou em testes in vitro capacidade de interferir no teste de cultura de um tipo de
bactéria – Mycobacterium tuberculosis – causando resultado falso negativo em pacientes fazendo uso de
ciprofloxacino. Fale com seu médico.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
O ciprofloxacino deve ser conservado na embalagem original, em temperatura ambiente (ambiente com
temperatura entre 15°C e 30°C). A solução para infusão é sensível à luz, portanto, só deve ser retirada
da embalagem externa no momento do uso.
Evitar o calor excessivo (ambiente com temperatura superior a 30°C). Evite armazenar a solução sob
refrigeração, pois pode ocorrer precipitação, embora esta se dissolva à temperatura ambiente.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características organolépticas:
O ciprofloxacino é uma solução p ara aplicação intravenosa (infusão), límpida, incolor à levemente
amarelada e isenta de partículas em suspensão.
Isento de PVC e látex.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Dosagem - A dose geralmente recomendada pelo médico é a seguinte:
Adultos:
Dose diária recomendada de ciprofloxacino intravenoso em adultos:
Indicações Dose diária para adultos de ciprofloxacino (mg)
intravenoso
Infecções do trato respiratório
(dependendo da gravidade e do microrganismo) 2 x 200 mg a 400 mg
Infecções do trato urinário:
Aguda, não complicada 2 x 100 mg
Cistite em mulheres
(antes da menopausa) Dose única 100 mg
Complicada 2 x 200 mg
Gonorreia:
- Extragenital
- Aguda, não complicada
2 x 100 mg dose única 100 mg
Diarreia 2 x 200 mg
Outras infecções (ver indicações) 2 x 200 a 400 mg
Infecções graves, com risco para a vida: Pneumonia estreptocócica 3 x 400mg
Principalmente quando causadas por Pseudomonas,
Staphylococcus ou Streptococcus
Infecções recorrentes em
fibrose cística
Infecções ósseas e das
articulações
Septicemia
Peritonite
Antraz
Adultos: 400 mg de ciprofloxacino I.V. duas vezes por dia.
Crianças: 10 mg de ciprofloxacino I.V./kg de peso corpóreo duas vezes por dia. A dose máxima para
crianças não deve exceder 400 mg (dose diária máxima: 800 mg I.V.).
O tratamento deve começar imediatamente após a suspeita ou confirmação da inalação dos patógenos de
antraz. Após administração intravenosa, pode-se prosseguir com o tratamento oral.
Pacientes idosos
Pacientes idosos devem receber a menor dose de acordo com a gravidade da doença e com a sua função
renal.
Crianças e adolescentes
A dose recomendada para infecção aguda causada por P. aeruginosa em pacientes de 5 a 17 anos com
fibrose cística é de 3 vezes 10 mg/kg por dia I.V. (máximo 1.200 mg/dia).
Pacientes com mau funcionamento dos rins e do fígado Adultos
1. Recomendam-se as seguintes doses para a disfunção renal moderada ou grave:
1.1. Depuração de creatinina entre 30 e 50 mL/min (creatinina sérica entre 1,4 e 1,9 mg/100 mL), a dose
máxima é de 800 mg por via endovenosa por dia.
1.2. Depuração de creatinina inferior a 30 mL/min (creatinina sérica igual ou superior a 2 mg/100 mL), a
dose máxima para administração I.V. é de 400 mg por dia.
2. Na disfunção renal e sob hemodiálise, a dose é a mesma após cada sessão de diálise que para os
pacientes com disfunção renal moderada ou grave (ver item “ 1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É
INDICADO?).
3. Disfunção renal e em diálise peritoneal ambulatorial contínua (DPAC), para peritonite, ciprofloxacino
pode ser adicionado ao dialisado (intraperitoneal) 4x por dia, a cada 6 horas, na dose de 50 mg por litro de
dialisado. A experiência clínica nessa indicação é limitada. São necessárias doses altas de ciprofloxacino
para atingir concentrações suficientes de ciprofloxacino no peritônio, devendo os efeitos colaterais serem
atentamente observados. Ocorrendo efeito colateral de relevância clínica ou sintomas de superdose, deve -
se diminuir a dose ou interromper a administração de ciprofloxacino.
4. Não é preciso ajustar a dose em caso de mau funcionamento do fígado.
5. Em caso de mau funcionamento do fígado e dos rins, a dose deve ser a mesma usada para disfunção
renal.
Pode ser necessário monitorar a concentração de ciprofloxacino no sangue.
Crianças e adolescentes
Doses em crianças e adolescentes com funções renal e/ou hepática alteradas não foram estudadas.
COMO USAR
O tempo de infusão é de no mínimo 60 minutos. A infusão lenta em uma veia de grande calibre evita
desconforto ao paciente e reduz a irritação da veia.
Duração do tratamento
A duração do tratamento depende da gravidade da doença e do curso clínico e bacteriológico. Em geral, o
tratamento deve sempre prosseguir por pelo menos 3 dias após a febre e os sinais clí nicos terem
desaparecido.
Em geral, a duração média do tratamento é:
Adultos
- 1 dia, nos casos de gonorreia aguda não complicada e cistite (infecção na bexiga);
- até 7 dias para infecções dos rins, trato urinário e cavidade abdominal;
- em pacientes com baixa resistência (sistema imunológico comprometido), o tratamento deve
prosseguir enquanto a contagem total de glóbulos brancos estiver reduzida (fase neutropênica);
- no máximo 2 meses para osteomielite (infecção óssea);
- 7 a 14 dias para todas as outras infecções.
Em infecções estreptocócicas, o tratamento deve continuar por pelo menos 10 dias, por risco de
complicações tardias.
Igualmente, as infecções por Chlamydia spp. devem ser tratadas durante pelo menos 10 dias.
Crianças e adolescentes com idade entr e 5 e 17 anos : 10 - 14 dias para episódios de infecção aguda de
fibrose cística causada por P. aeruginosa.
Antraz: 60 dias de tratamento para terapia imediata e para tratamento de infecções após a inalação de
patógenos de antraz.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Como qualquer medicamento, ciprofloxacino pode ter efeitos indesejáveis.
Os efeitos adversos associados ao ciprofloxacino e ou tros antibacterianos fluoroquinolonas, envolvem na
maioria das vezes distúrbios gastrointestinais como incluem náuseas, vômito, diarreia, dor abdominal,
dispepsia são os efeitos adversos mais frequentes. Pseudomembranous colitis tem sido raramente relatada.
Dor de cabeça, tontura e agitação são alguns dos efeitos mais comuns sobre o SNC. Outros incluem
tremor, sonolência, insônia, pesadelos e distúrbios sensoriais visuais e, mais raramente, alucinações,
reações psicóticas, depressão e convulsões. Parestesia e neuropatia periférica têm ocorrido ocasionalmente.
Além de erupções cutâneas e prurido, outras reações que afetam a pele, raramente são do tipo vasculite,
eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica.
Fotossensibilidade não são mais frequentes com algumas fluoroquinolonas como lomeflofracino e
esparfloxacino. Anafilaxia tem sido associada com ciprofloxacino e outros agentes antibacterianos de
quinolonas.
Outros efeitos adversos relatados com ciprofloxacino incluem aumento s transitórios da creatinina ou ureia
sérica e, ocasionalmente, insuficiência renal aguda secundária e nefrite instersticial; cristalúria; valores
elevados da enzima hepática, icterícia e hepatite, distúrbios hematológicos, incluindo eosinofilia,
leucopenia, trombocitopenia e, raramente, pancitopenia, anemia hemolítica ou agranulocitose, mialgia,
ginecomastia, e efeitos cardiovasculares, incluindo taquicardia, edema, síncope e sudorese.
A frequência é indicada da seguinte forma: muito comum (maior ou igual a 10%), comum (entre 1% e
10%), incomum (entre 0,1% e 1%), rara (entre 0,01% e 0,1%), muito rara (inferior a 0,01%) e frequência
desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).
- Infecções e infestações
Reações incomuns: superinfecções micóticas (infecção por fungos, junto com infecção bacteriana ou após
esta). O tratamento prolongado ou repetido com ciprofloxacino pode reduzir a sensibilidade das bactérias
ao ciprofloxacino; por isso, o paciente pode infectar-se novamente com a mesma bactéria ou por leveduras
(fungos) antes da erradicação da infecção inicial.
Reações raras: colite (inflamação do intestino grosso) associada ao uso de antibiótico (muito raramente,
com possível evolução fatal).
- Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo
Reações incomuns: aumento de um tipo de glóbulos brancos do sangue, os eosinófilos (eosinofilia).
Reações raras: redução dos glóbulos brancos (leucopenia) ou apenas dos glóbulos brancos chamados
neutrófilos (neutropenia), re dução de glóbulos vermelhos (anemia) ou de plaquetas (trombocitopenia),
aumento de glóbulos brancos do sangue (leucocitose) e aumento persistente das plaquetas no sangue
(plaquetose).
Reações muito raras: aumento da degradação dos glóbulos vermelhos (anemia hemolítica), redução de
todas as células sanguíneas (pancitopenia com possível risco para a vida), ausência dos glóbulos brancos
chamados neutrófilos, com possíveis sintomas de calafrios, febre (agranulocitose), função da medula óssea
reduzida (com possível risco para a vida).
- Distúrbios imunológicos
Reações raras: reação alérgica e inchaço alérgico/angioedema.
Reações muito raras: reação alérgica intensa e choque alérgico (por exemplo, inchaço do rosto, da
laringe; dificuldade de respirar que pode levar a choque, queda brusca da pressão arterial, com risco para a
vida), e reações similares àquelas associadas com doença do soro (por exemplo, febre, alergia, inchaço dos
gânglios linfáticos, vermelhidão da pele e inchaço).
- Distúrbios metabólicos e nutricionais
Reações incomuns: diminuição do apetite e da indigestão de alimentos.
Reações raras: aumento da concentração de açúcar no sangue (hiperglicemia), diminuição da
concentração de açúcar no sangue (hipoglicemia).
- Distúrbios psiquiátricos
Reações incomuns: hiperatividade psicomotora/agitação.
Reações raras: confusão mental, desorientação, ansiedade, sonhos anormais, depressão* e alucinações.
Reações muito raras: reações psicóticas*.
* potencialmente culminando em comportame ntos autodestrutivos, como ideias/pensamentos suicidas e
tentativa de suicídio ou suicídio.
- Distúrbios do sistema nervoso
Reações incomuns: dor de cabeça, tontura, distúrbios do sono, alteração do paladar.
Reações raras: sensações anormais, como por exemplo, de formigamento, dormência (parestesia,
disestesia), tremores, convulsões (incluindo estado epilético), diminuição da sensibilidade geral
(hipoestesia), tonturas giratórias (vertigem).
Reações muito raras: enxaqueca, distúrbios da coordenação, alt eração do olfato, aumento da
sensibilidade geral ou específica (hiperestesia), aumento da pressão intracraniana (pseudotumor cerebral).
Reações de frequência desconhecida: neuropatia periférica e polineuropatia (doenças que afetam um ou
vários nervos).
- Distúrbios da visão
Reações raras: alterações da visão.
Reações muito raras: distorção visual das cores.
- Distúrbios da audição e do labirinto
Reações raras: zumbido e perda da audição.
Reações muito raras: alterações da audição.
- Distúrbios cardíacos
Reações raras: taquicardia (aumento da frequência cardíaca).
Reações de frequência desconhecida: alteração no eletrocardiograma chamada prolongamento do
intervalo QT, alteração no ritmo do coração (arritmia ventricular), “torsade de pointes”*(uma alteração
específica do eletrocardiograma).
*Estas reações foram relatadas durante o período de observação pós -comercialização e foram observadas
predominantemente entre pacientes com mais fatores de risco para prolongamento do i ntervalo QT (ver
item “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”).
- Distúrbios vasculares
Reações raras: dilatação dos vasos sanguíneos, pressão arterial baixa e desmaio (síncope).
Reações muito raras: inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite).
- Distúrbios respiratórios
Reações raras: falta de ar (dispneia), incluindo condição asmática.
- Distúrbios gastrintestinais
Reações comuns: enjoo e diarreia.
Reações incomuns: vômitos, dores gastrintestinais e abdominais, dispepsia (má digestão) e gases.
Reações muito raras: pancreatite (inflamação do pâncreas).
- Distúrbios hepatobiliares
Reações incomuns: aumento das transaminases (enzimas do fígado) e aumento da bilirrubina.
Reações raras: comprometimento do funcionamento do fígado, i cterícia (coloração amarelada da pele) e
hepatite (inflamação do fígado) não infecciosa.
Reações muito raras: morte das células do fígado, que muito raramente evolui para insuficiência hepática
com risco para a vida.
- Lesões da pele e do tecido subcutâneo
Reações incomuns: vermelhidão da pele (rash cutâneo), coceira e urticária (reação alérgica de pele).
Reações raras: sensibilidade à luz e formação de bolhas.
Reações muito raras: hemorragias pontilhadas da pele (petéquias), eritema nodoso e eritema multifo rme
(lesões de pele) síndrome de Stevens -Johnson (reação grave de pele caracterizada por bolhas),
potencialmente fatal, e necrólise epidérmica tóxica (reações graves de pele, com potencial risco para a
vida).
Reações de frequência desconhecida: pustulose e xantemática generalizada aguda (erupção cutânea
pustular).
- Distúrbios ósseos, do tecido conjuntivo e musculoesqueléticos
Reações incomuns: dor nas articulações.
Reações raras: dor muscular, inflamação nas articulações (artrite), aumento do tônus muscular e cãibras.
Reações muito raras: fraqueza muscular, inflamação dos tendões (tendinite) e rupturas de tendões
(predominantemente do tendão de Aquiles), piora dos sintomas da miastenia grave (doença muscular
grave).
- Distúrbios renais e urinários
Reações incomuns: alteração do funcionamento dos rins.
Reações raras: inflamação dos rins (nefrite túbulo -intersticial), insuficiência (alteração da função) renal,
presença de sangue e de cristais na urina.
- Distúrbios gerais
Reações incomuns: dor inespecífica, mal-estar geral, febre.
Reações raras: inchaço, transpiração excessiva.
Reações muito raras: alterações do modo de andar.
- Investigações
Reações incomuns: aumento da enzima hepática fosfatase alcalina no sangue.
Reações raras: alteração no exame de coagulação (nível anormal de protrombina) e aumento da amilase
(enzima que avalia a função do pâncreas).
Reações de frequência desconhecida: aumento da razão normalizada internacional (RNI) que avalia a
coagulação sanguínea (em pacientes tratados com antagonistas de vitamina K).
As seguintes reações adversas tiveram categoria de frequência mais elevada nos subgrupos de
pacientes recebendo tratamento intravenoso ou sequencial (intravenoso para oral):
Comum: Vômito, aumento transitório das transaminases, rash cutâneo
Incomum:
Trombocitopenia, plaquetose, confusão e desorientação, alucinações, parestesia,
disestesia, convulsão, vertigem, distúrbios visuais, perda de audição, taquicardia,
vasodilatação, hipotensão, alteração hepática transitória, icterícia, insuficiência
renal, edema
Raras:
Pancitopenia, depressão da medula óssea, choque anafilático, reações psicóticas,
enxaqueca, distúrbios do olfato, alteração da audição, vasculite, pancreatite,
necrose hepática, petéquias, ruptura de tendão.
Crianças
A incidência de artropatia (inflamação das articulações), mencionada acima, refere -se a dados coletados
em estudos com adultos. Em crianças, artropatia é relatada frequentemente (ver item “4. O QUE EU
DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
Informe ao seu médico, cirurgião -dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Há relatos de alguns casos de toxicidade renal reversível após superdose aguda. Nesses casos, a função
renal deve ser monitorada pelo médico. Portanto, além das medidas habituais de emergência, recomenda -
se monitorar a função renal. Os pacient es devem ser mantidos bem hidratados. Apenas uma pequena
quantidade do ciprofloxacino (menos de 10%) é eliminada mediante hemodiálise ou diálise peritoneal.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você pre - cisar
de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
Reg. MS – 1.0041.0153
Farmacêutica Responsável: Cíntia M. P. Garcia CRF-SP 34871
Fabricado por:
Fresenius Kabi Brasil Ltda.
Aquiraz - CE
Registrado por:
Fresenius Kabi Brasil Ltda.
Av. Marginal Projetada, 1652 – Barueri – SP
C.N.P.J 49.324.221/0001-04
SAC 0800 707 3855
Indústria Brasileira.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
USO RESTRITO A HOSPITAIS
Histórico de Alteração para a Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente No. expediente Assunto Data do
expediente No. expediente Assunto Data da
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
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Inclusão Inicial de Texto de
Bula – RDC 60/12
NA NA NA NA Todos VP e VPS
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SOL INJ CT FR
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SIST FECH X
100 ML
2,0 MG/ML
SOL INJ CT FR
PLAS TRANS
SIST FECH X
200 ML
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GENÉRICO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
RDC 60/12
- - - -
Adequações Textuais VP
2,0 MG/ML
SOL INJ CT FR
PLAS TRANS
SIST FECH X
100 ML
2,0 MG/ML
SOL INJ CT FR
PLAS TRANS
SIST FECH X
200 ML
9. REAÇÕES ADVERSAS
Adequações Textuais VPS
Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa — FRESENIUS KABI BRASIL LTDA. Não substitui a bula impressa na embalagem nem orientação médica/farmacêutica.
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