DIAZEPAM_VP
diazepam
Pharlab Indústria Farmacêutica S.A.
Comprimido
10 mg
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IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
diazepam
Medicamento genérico, Lei nº 9.787, de 1999
Ansiolítico e Miorrelaxante
APRESENTAÇÃO
O diazepam 10 mg é apresentado em embalagem contendo 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 10 mg contém:
diazepam..................................................................................................................................................................................10 mg
Excipientes.q.s.p..........................................................................................................................................................1 comprimido
(amido, lactose, celulose microcristalina, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio e azul brilhante)
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações a seguir. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item,
por favor, informe ao seu médico.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado para alívio sintomático da ansiedade, tensão e outras queixas somáticas ou psicológicas
associadas com a síndrome da ansiedade. Pode também ser útil como coadjuvante no tratamento da ansiedade ou agitação
associada a desordens psiquiátricas.
O diazepam é útil no alívio do espasmo muscular reflexo devido a traumas locais (lesão, inflamação). Pode ser igualmente
usado no tratamento da espasticidade devida a lesão dos interneurônios espinhais e supraespinhais, tal como ocorre na paralisia
cerebral e paraplegia, assim como na atetose e na síndrome rígida.
Os benzodiazepínicos são indicados apenas para desordens intensas, debilitantes ou para dores extremas.
O diazepam só deve ser utilizado quando prescrito por seu médico.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O diazepam pertence a um grupo de medicamentos chamado benzodiazepínicos. Sua substância ativa é o diazepam.
O diazepam é um sedativo, exerce efeito contra ansiedade e convulsões e é relaxante muscular.
A ação do produto se faz sentir após cerca de 20 minutos de sua administração. Somente o médico sabe a dose ideal de
diazepam para o seu caso. Siga as suas recomendações. Não mude as doses por conta própria.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve tomar o medicamento se for alérgico a diazepam ou a qualquer componente da fórmula do produto.
O diazepam não deve ser administrado se você tiver hipersensibilidade (alergia) aos benzodiazepínicos. Deve-se evitar o uso se
você tiver glaucoma de ângulo agudo (aumento da pressão intraocular).
Aconselha-se precaução especial ao se administrar d iazepam se você tiver miastenia gravis (doença que causa fraqueza e
fadiga muscular), por causa do relaxamento muscular preexistente.
O diazepam deve ser evitado se você tiver insuficiência grave dos pulmões ou do fígado, pois os benzodiazepínicos podem
levar à ocorrência de encefalopatia hepática (mau funcionamento do cérebro devido a problemas no fígado) e síndrome da
apneia do sono (paradas respiratórias durante o sono).
Os benzodiazepínicos não são recomendados como tratamento primário de doença psicótica.
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Benzodiazepínicos não devem ser usados sozinhos para tratar depressão ou ansiedade associada à depressão, pois poderá
ocorrer suicídio desses pacientes.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano.
Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode
causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião -dentista deve apresentar alternativas para o seu
tratamento ou para a alimentação do bebê.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uso concomitante de álcool/depressores SNC
O uso concomitante de d iazepam com álcool e/ou depressores do sistema nervoso central (SNC) deve ser evitado. Essa
utilização concomitante tem potencial para aumentar os efeitos clínicos de d iazepam, incluindo possivelmente sedação grave,
que pode resultar em coma ou morte, depressão cardiovascular e/ou respiratória clinicamente relevantes (vide item “ Principais
interações medicamentosas” e “O que devo fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste
medicamento?”).
Histórico médico de abuso de álcool ou drogas
O diazepam deve ser usado com muita cautela em pacientes com história de alcoolismo ou dependência de drogas.
O d iazepam deve ser evitado por pacientes com dependência de depressores do sistema nervoso central (SNC), incluindo
álcool. Uma exceção à dependência de álcool é o gerenciamento das reações agudas de retirada.
Insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado)
Os benzodiazepínicos podem contribuir para a ocorrência de episódios de encefalopatia hepática (mau funcionamento do
cérebro, devido a problemas no fígado) em pacientes com insuficiência hepática grave. Deve -se ter especial cuidado ao
administrar diazepam em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada (vide item “Quando não devo usar este
medicamento?).
Reações psiquiátricas e “paradoxais”
Reações paradoxais, como inquietude, agitação, irritabilidade, agressividade, ansiedade, delírios, raiva, pesadelos, alucinaç ões,
psicoses, comportamento inadequado e outros efeitos adversos comportamentais, podem ocorrer com o uso de
benzodiazepínicos. Quando isso ocorre, deve -se descontinuar o uso do medicamento. Esses efeitos são mais prováveis em
crianças e idosos.
Amnésia
Os benzodiazepínicos podem induzir a amnésia anterógrada (incapacidade de reter fatos novos na memória, após a ingestão do
benzodiazepínico). Esta pode ocorrer com o uso de doses terapêuticas, com aumento do risco em doses maiores. Esses efeitos
podem estar associados com comportamento inapropriado.
Tolerância
Pode ocorrer alguma redução na resposta aos efeitos, após uso repetido de diazepam por período prolongado.
Intolerância à galactose
Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose (a deficiência Lapp de lactase ou má absorção de
glicose-galactose) não devem tomar esta medicação e deverão falar com o seu médico, pois diazepam possui lactose em sua
composição.
Abuso e dependência
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Dependência: o uso de benzodiazepínicos e similares pode levar ao desenvolvimento de dependência física ou psicológica
(vide item “Quais males este medicamento pode me causar?”). O risco de dependência aumenta com a dose e duração do
tratamento. É maior também nos pacientes com história de abuso de drogas e/ou álcool. Abusos foram relatados em usuários
de múltiplas drogas. O diazepam deve ser utilizado com extremo cuidado em pacientes com histórico de abuso de álcool ou
outras drogas.
Abstinência: quando ocorre dependência física, a retirada abrupta do tratamento será acompanhada de sintomas de
abstinência. Podem ocorrer dor de cabeça, diarreia, dores musculares, ansiedade extrema, tensão, inquietude, confusão e
irritabilidade. Em casos graves, podem ocorrer sintomas como despersonalização, desrealização, aumento da sensibilidade
auditiva, dormência e sensibilidade nas extremidades, hipersensibilidade à luz, a barulho e a contato físico, alucinações ou
convulsões.
Ansiedade de rebote: pode ocorrer uma síndrome transitória com os mesmos sintomas que levaram ao tratamento com
diazepam, que pode ser acompanhada de outras reações, incluindo alterações de humor, ansiedade, distúrbio do sono e
inquietude. Isso pode acontecer com a descontinuação do tratamento. Como o risco de abstinência e rebote é maior quando a
descontinuação do tratamento é abrupta, é recomendado que a dosagem seja reduzida gradualmente.
Populações especiais
Pacientes idosos
Se você tem mais de 60 anos, sua sensibilidade a d iazepam é maior que a de pessoas mais jovens. É possível que seu médico
tenha receitado uma dose menor e tenha solicitado a você que observe como reage ao tratamento. Assegure-se de que você está
seguindo essas instruções.
Pacientes com insuficiência respiratória
São recomendadas doses menores para pacientes com insuficiência respiratória crônica por causa do risco de depressão
respiratória.
Quando existe insuficiência cardiorrespiratória, deve -se ter em mente que sedativos como diazepam podem acentuar a
depressão respiratória. Entretanto, o efeito sedativo pode, ao contrário, ter efeito benéfico ao reduzir o esforço respiratór io de
certos pacientes. Na hipercapnia severa crônica, diazepam só deve ser administrado caso os benefícios potenciais superem os
riscos.
Gravidez e amamentação
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe o seu médico ou cirurgião -
dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.
Informe o seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe o seu médico
se você está amamentando. O d iazepam é excretado no leite materno, podendo causar sonolência e prejudicar a sucção da
criança.
Estudos sugerem que o uso de benzodiazepínicos durante a gravidez pode aumentar o risco de aborto espontâneo. Se você está
grávida ou pretende engravidar, converse com seu médico antes de iniciar ou continuar o tratamento. O médico avaliará os
benefícios e os riscos do uso deste medicamento e informará sobre os cuidados necessários.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de
reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou
acidentes.
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Sedação, amnésia, diminuição da concentração e alteração da função muscular podem afetar negativamente a habilidade para
dirigir veículo ou operar máquinas. Antes de administrar Diazepam você deve ser avisado para não conduzir veículos ou operar
máquinas até que esteja completamente recuperado. O médico deve decidir quando essas atividades podem ser retomadas.
Se a duração do sono for insuficiente ou for consumido álcool, a probabilidade de a capacidade de alerta estar comprometida é
maior.
Até o momento, não há informações de que o diazepam possa causar doping. Em caso de dúvida, consulte o seu médico.
Principais interações medicamentosas
Não tome bebidas alcoólicas enquanto estiver em tratamento com diazepam. O álcool intensifica o efeito do diazepam, e isso
pode ser prejudicial. Não use e não misture remédios por conta própria.
O diazepam pode influenciar ou sofrer influência de outros medicamentos, quando são administrados ao mesmo tempo,
incluindo: suco de toranja; antifúngicos ou antibióticos; medicamentos para o tratamento de doenças do sistema nervoso,
incluindo tranquilizantes, sedativos, medicamentos para dormir, medicamentos contra convulsões, entre outros;
anticoncepcionais hormonais; medicamentos para o tratamento de doenças do estômago; medicamentos para o tratamento de
doenças cardíacas; entre outros.
Atenção: Contém o corante azul brilhante.
Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/comprimido. Este medicamento não deve ser usado por
pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas do produto: comprimido circular, plano, sulcado e azul.
Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida
O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto,
e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança
no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Os comprimidos devem ser tomados com um pouco de líquido (não alcoólico).
Geral
Para se obter efeito ótimo, a posologia deve ser individualizada. O tratamento deve ser iniciado com a menor dose apropriada
eficaz para a condição particular.
As doses orais usuais para adultos se iniciam com 5 - 10 mg. Dependendo da gravidade dos sintomas, o médico poderá
recomendar doses de 5 - 20 mg/dia. Normalmente cada dose oral para adultos não deve ser superior a 10 mg.
Os comprimidos podem ser divididos em partes iguais para facilitar a dosagem.
Duração do tratamento
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A duração do tratamento deve ser a menor possível (vide item “Abuso e dependência”). Você deve ser reavaliado regularmente
quanto à necessidade de se continuar o tratamento, especialmente no paciente assintomático. O tratamento não deve exceder 2 -
3 meses, incluindo o período de retirada progressiva. A extensão além desse limite poderá ser feita após reavaliação da
situação.
O seu médico deverá informá -lo sobre a duração do tratamento, limitado ao período de tratamento ao menor tempo possível e
explicará como a dose será progressivamente reduzida. Além disso, é importante que você saiba sobre a possibilidade do
fenômeno de rebote (reaparecimento temporário dos sintomas), para minimizar a ansiedade sobre tais sintomas caso eles
ocorram, durante a retirada do medicamento. Existem evidências de que, no caso de benzodiazepínicos com efeito de curta
duração, o fenômeno de retirada pode se manifestar no intervalo entre as doses, especialmente quando as doses são altas. No
caso de benzodiazepínicos com efeito de longa duração, como diazepam, é importante prevenir quando se trocar para um
benzodiazepínico com efeito de curta duração, pois podem ocorrer sintomas de abstinência.
Instruções posológicas especiais
Idosos: pacientes idosos devem receber doses menores (vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Esses
pacientes devem ser acompanhados regularmente no início do tratamento para minimizar a dosagem e/ou frequência de
administração, para prevenir superdose causada pelo acúmulo.
Distúrbios do funcionamento do fígado: pacientes com distúrbios graves do funcionamento do fígado não devem ser tratados
com diazepam. Em pacientes com distúrbios leve a moderado, a menor dose possível deve ser administrada.
O seu médico sabe o momento ideal para suspender o tratamento. Entretanto, lembre -se de que diazepam não deve ser tomado
indefinidamente.
Se você toma diazepam em altas doses e interrompe o tratamento de repente, seu organismo pode reagir. Assim, após dois a
três dias sem qualquer problema, alguns dos sintomas que o incomodavam podem reaparecer espontaneamente.
Não volte a tomar diazepam. Essa reação, da mesma maneira que surgiu, desaparece em dois ou três dias.
Para evitar esse tipo de reação, seu médico pode recomendar que você reduza a dose regularmente durante vários dias, antes de
suspender o tratamento.
Um novo período de tratamento com diazepam pode ser iniciado a qualquer momento, desde que por indicação médica.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você sempre deve tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou. Se por algum motivo você se esquecer de
tomar diazepam e for próximo ao horário da sua próxima dose, não tome a dose perdida. Tome apenas a próxima dose. Caso
contrário, tome a dose esquecida assim que perceber e continue com a próxima dose normalmente como recomendado. Não
tente recuperar a dose perdida, tomando mais de uma dose por vez.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico, de seu médico ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Informe o seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.
Os efeitos colaterais mais comuns são: cansaço, sonolência e relaxamento muscular; habitualmente relacionados com a dose
administrada e no início do tratamento. Geralmente desaparecem com a administração prolongada.
Distúrbios do sistema nervoso: ataxia (desequilíbrio), disartria (dificuldade para falar), fala enrolada, dor de cabeça, tremores,
tontura, diminuição do estado de alerta. Amnésia anterógrada (esquecimento de fatos recentes a partir da tomada do
medicamento) pode ocorrer com doses terapêuticas, sendo que o risco aumenta com doses maiores. Efeitos amnésicos (perda
de memória) podem estar associados com comportamento inapropriado.
Distúrbios psiquiátricos: reações paradoxais como inquietude, agitação, irritabilidade, desorientação, agressividade,
nervosismo, hostilidade, ansiedade, delírios, raiva, pesadelos, sonhos anormais, alucinações, psicoses, hiperatividade,
comportamento inapropriado. Esses efeitos são mais prováveis em crianças e idosos e, caso ocorram, o uso do medicamento
deve ser descontinuado. Estado confusional, distúrbios emocionais e de humor, depressão, alterações na libido.
O uso crônico (mesmo em doses terapêuticas) pode levar ao desenvolvimento de dependência física. O risco é mais
pronunciado em pacientes que recebem tratamento prolongado e/ou com doses elevadas e, particularmente, em pacientes
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predispostos com antecedentes pessoais de alcoolismo ou abuso de drogas. Uma vez que a dependência física aos
benzodiazepínicos se desenvolve, a descontinuação do tratamento pode ser acompanhada de sintomas de abstinência ou
fenômeno de rebote (vide item “Abuso e dependência”). Tem sido relatado abuso de benzodiazepínicos em usuários de
múltiplas drogas (vide item “Abuso e dependência”).
Lesões, envenenamento e complicações de procedimentos: existem relatos de quedas e fraturas em pacientes sob uso de
benzodiazepínicos. O risco é maior em pacientes recebendo, concomitantemente, sedativos (incluindo bebidas alcoólicas) e em
pacientes idosos.
Distúrbios de outros órgãos e sistemas: náuseas, boca seca ou hipersalivação (aumento da saliva), constipação e outros
distúrbios gastrointestinais, diplopia (visão dupla), visão turva, hipotensão (pressão baixa), depressão circulatória.
Incontinência ou retenção urinária, reações cutâneas, vertigem, insuficiência cardíaca (incluindo parada cardíaca), depressão
respiratória (incluindo insuficiência respiratória). Icterícia (coloração amarelada da pele e da parte branca dos olhos): muito
raramente.
Alterações em exames: frequência cardíaca irregular, aumento da fosfatase alcalina sanguínea. Transaminases aumentadas
(exames da função do fígado): muito raramente.
Informe ao seu médico, cirurgião -dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa por meio do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Sintomas
A superdose de benzodiazepínicos, em geral, se manifesta por depressão do sistema nervoso central, em graus variáveis, desde
sonolência, ataxia (falta de coordenação motora), disartria (dificuldades na fala) e nistagmo (movimentos anormais dos olhos).
Coma, hipotensão (pressão baixa), depressão cardiorrespiratória, apneia e diminuição dos reflexos podem ocorrer, mas são
clinicamente tratáveis e reversíveis, se diazepam tiver sido ingerido sozinho. Se ocorrer coma, normalmente tem duração de
poucas horas; porém, pode ser prolongado e cíclico, particularmente em pacientes idosos.
Os efeitos de depressão respiratória por benzodiazepínicos são mais graves em pacientes com doença respiratória.
Os benzodiazepínicos aumentam os efeitos de outros depressores do sistema nervoso central, incluindo o álcool.
Conduta
Os sinais vitais devem ser monitorados, e medidas de suporte devem ser instituídas pelo médico. Em particular, você pode
necessitar de tratamento sintomático dos efeitos cardiorrespiratórios ou efeitos do sistema nervoso central.
A absorção posterior deve ser prevenida utilizando -se um método apropriado, por exemplo, tratamento em uma a duas horas
com carvão ativado. Se for utilizado o carvão ativado, é imperativo proteger as vias aéreas em pacientes sonolentos. Em caso
de ingestão mista, deve-se considerar a lavagem gástrica, entretanto, esse procedimento não deve ser considerado uma medida
de rotina.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou
bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
Registro: 1.4107.0086
Registrado e produzido por:
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VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA.
Veja como utilizar a tabela posológica:
No quadro com os pictogramas que aparece na embalagem, você ou seu farmacêutico anotam a prescrição do profissional de
saúde quanto a data de início do tratamento, as doses do medicamento, duração do tratamento e outras observações
importantes.
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HISTÓRICO DE ALTERAÇÃO PARA A BULA
Número do
expediente Nome do assunto Data da
notificação/petição
Data de aprovação
da petição Itens alterados Versões Apresentações
relacionadas
Gerado no
momento do
peticionamento
GENÉRICO – Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
RDC 60/12
16/06/2026 Não se aplica
3. Quando não devo usar este medicamento?
4. O que devo saber antes de usar este medicamento? VP
Comprimidos de
10mg 4. Contraindicações
5. Advertências e precauções VPS
0267577/26-5
GENÉRICO – Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
RDC 60/12
18/03/2026 18/03/2026
- Quando não devo usar este medicamento?
- O que devo saber antes de usar este medicamento?
- Dizeres legais
VP
Comprimidos de
10mg - Contraindicações
- Advertências e precauções
- Dizeres legais
VPS
1132421/25-0
GENÉRICO – Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
RDC 60/12
22/08/2025 22/08/2025
- Quando não devo usar este medicamento?
- O que devo saber antes de usar este medicamento? VP
Comprimidos de
10mg - Contraindicações
- Advertências e precauções
- Posologia e modo de usar
VPS
0733077/25-1
GENÉRICO – Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
RDC 60/12
29/05/2025 29/05/2025
- O que devo saber antes de usar este medicamento?
- Onde, como e por quanto tempo posso guardar este
medicamento?
- Dizeres legais
VP
Comprimidos de
10mg
- Advertências e precauções
- Cuidados de armazenamento do medicamento
- Dizeres legais
VPS
0059563/23-1
GENÉRICO – Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
RDC 60/12
19/01/2023 19/01/2023
- Como este medicamento funciona?
- Quando não devo usar este medicamento?
- O que devo saber antes de usar este medicamento?
VP
Comprimidos de
10mg
- Características farmacológicas
- Advertências e precauções
- Posologia e modo de usar
VPS
4683781/22-
1
GENÉRICO – Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
RDC 60/12
13/09/2022 13/09/2022 - Dizeres legais VP / VPS Comprimidos de
10mg
0951520/21-8
GENÉRICO – Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
RDC 60/12
11/03/2021 11/03/2021 - Reações adversas VPS Comprimidos de
10mg
2049559/20-5
GENÉRICO – Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
RDC 60/12
27/06/2020 27/06/2020
- O que devo saber antes de usar este medicamento?
- Dizeres legais VP
Comprimidos de
10mg
- Reações adversas
- Dizeres legais VPS
2064913/17-4
GENÉRICO – Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
RDC 60/12
02/10/2017 02/10/2017
- Para que este medicamento é indicado?
- Quando não devo usar este medicamento?
- O que devo saber antes de usar este medicamento?
- Onde, como e por quanto tempo posso guardar este
medicamento?
- Quais os males que este medicamento pode me
causar?
VP Comprimidos de
10mg
1494656/17-4
GENÉRICO – Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
RDC 60/12
19/07/2017 19/07/2017 - Apresentações
- Dizeres legais VP / VPS Comprimidos de
10mg
0558713/14-1 GENÉRICO - Inclusão Inicial de
Texto de Bula – RDC 60/12 14/07/2014 14/07/2014
Notificação da versão inicial de texto de bula
contemplando os itens mencionados na RDC
47/2009, de acordo com a bula padrão submetida em
30/05/2014.
VP / VPS Comprimidos de
10mg
Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa — PHARLAB INDÚSTRIA FARMACÊUTICA S.A.. Não substitui a bula impressa na embalagem nem orientação médica/farmacêutica.
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