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AAS
TANDRILAX
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Comprimidos
(30 mg + 125 mg + 50 mg + 300 mg)
T
andrilax_BU02_VP
BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 e Novo Marco Regulatório768/2022
I - I
DENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO:
T
ANDRILAX
cafeína
carisoprodol
diclofenaco sódico
paracetamol
ME
DICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
A
PRESENTAÇÕES
Comprimidos com 30 mg de cafeína + 125 mg de carisoprodol + 50 mg de diclofenaco sódico + 300 mg
de paracetamol: embalagens com 4, 15 ou 30 comprimidos.
U
SO ORAL
USO ADULTO
C
OMPOSIÇÃO
Cada comprimido de Tandrilax contém:
cafeína....................................................................................................................................................30 mg
carisoprodol.........................................................................................................................................125 mg
diclofenaco sódico.................................................................................................................................50 mg
(equivalente a 46,6 mg de diclofenaco)
paracetamol..........................................................................................................................................300 mg
Excipientes: amido, lactose monoidratada, croscarmelose sódica, talco, estearato de magnésio , dióxido
de silício, vermelho de ponceau 4R e povidona.
II – INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. P
ARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Tandrilax é um medicamento indicado para o tratamento de reumatismo (conjunto de doenças que pode
afetar as articulações, músculos e esqueleto, caracterizado por dor, restrição de movimento e eventual
presença de sinais inflamatórios). Como exemplos mais comuns desta doença, temos: lombalgia (dor da
coluna lombar), osteoartrites, crise aguda de artrite reumatoide ou outras artropatias reumáticas, crise aguda
de gota (doença caracterizada pela deposição de cristais de ácido úrico junto a articulações e em outros
órgãos), estados inflamatórios agudos pós -traumáticos e pós -cirúrgicos. Tandrilax ® é também indicado
como coadjuvante em processos inflamatórios graves decorrentes de quadros infecciosos.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Tandrilax apresenta uma composição relaxante muscular, anti-inflamatória e analgésica (ação contra a dor),
indicada no tratamento do reumatismo, o qual, em geral, está associado a queixas como dor e sinais
inflamatórios, como inchaço, calor local e eventual limitaç ão de mobilidade. Tandrilax, por ter em su
a
co
mposição uma associação de medicamentos, irá agir da seguinte forma: o carisoprodol é um relaxant e
m
uscular, que reduz indiretamente a tensão da musculatura esquelética em seres humanos. A cafeína é um
estimulante do sistema nervoso central, que produz estado de alerta mental, e tende a corrigir a sonolência
q
ue o carisoprodol provoca. A cafeína também tem ação contra a dor, atuando sobre a musculatura e
tornando-a menos susceptível à fadiga (cansaço) e melhoran do seu desempenho. O diclofenaco sódico é
um importante anti-inflamatório que atuará também no combate a dor e na diminuição de sintomas, como
a febre e inchaços localizados, assim como o paracetamol também possui ação anti -inflamatória, e atua
sinergicamente no controle da dor e temperatura.
3. Q
UANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Tandrilax está contraindicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade (alergia) a quaisquer dos
componentes de sua fórmula; nos casos de insuficiência cardíaca (função prejudicada do coração), hepática
(
do fígado) ou renal grave (dos rins) e hipertensão arterial grave (pressão alta).
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É contraindicado também em pacientes que apresentem hipersensibilidade aos anti-inflamatórios (ex: ácido
acetilsalicílico) com desencadeamento de quadros reativos, como os asmáticos nos quais pode ocasionar
acessos de asma, urticária (coceira) ou rinite aguda (inflamação da mucosa do nariz).
Tandrilax deverá ser usado somente sob prescrição médica. Informe ao seu médico sobre qualquer
medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
Este medicamento é destinado ao uso adulto.
Não é indicado para crianças abaixo de 14 anos, com exceção de casos de artrite juvenil crônica.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Tandrilax deverá ser usado sob prescrição médica.
Não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em pacientes da faixa etária pediátrica, portanto não se
recomenda seu uso em crianças e adolescentes.
A possibilidade de reativação de úlceras pépticas (lesão na mucosa do esôfago -gastrintestinal) requer
análise cuidadosa quando houver história anterior de dispepsia (indigestão), sangramento gastrintestinal ou
úlcera péptica.
Nas indicações do Tandrilax por períodos superiores a dez dias, deverá ser realizado hemograma (exame
de sangue) e provas de função hepática (do fígado) antes do início do tratamento e, periodicamente, a seguir.
A diminuição da contagem de leucócitos e/ou plaquetas, ou do hematócrit o requer a suspensão da
medicação.
Problemas graves na pele, que em alguns casos podem levar à morte, foram relatados muito raramente com
o uso de medicamentos para dor e inflamação, como os anti -inflamatórios não esteroidais (AINEs),
incluindo o Tandrilax (vide: “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Esses problemas incluem:
- Dermatite esfoliativa: uma inflamação forte da pele que pode causar descamação intensa;
- Síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica: reações alérgicas graves e raras que causam
feridas na pele e nas mucosas, como dentro da boca e nos olhos;
- Erupção medicamentosa fixa bolhosa generalizada: reação grave na pele causada por remédios, que
aparece sempre no mesmo lugar com manchas que formam bolhas e podem se espalhar pelo corpo.
Essas reações costumam aparecer logo no início do tratamento, geralmente no primeiro mês de tratamento.
Se você notar qualquer mancha, bolha ou ferida na pele ou mucosas, ou qualquer sinal de alergia, pare de
usar o Tandrilax e procuro um médico imediatamente.
O uso prolongado de diclofenaco tem se associado com eventos adversos gastrintestinais graves, como
ulceração (lesões), sangramento e perfuração do estômago ou intestinos, em especial em pacientes idosos
e debilitados. O uso crônico de diclofenaco sódico a umenta o risco de dano nos rins, com função
prejudicada do mesmo.
Condições agudas abdominais podem ter seu diagnóstico dificultado pelo uso do carisoprodol. O
carisoprodol pode causar uma contração involuntária do esfíncter de Oddi (zona de maior pressão que
regula a passagem da bile para o duodeno) e reduzir as secreções dos ductos biliares e pancreático (canais
da vesícula biliar e pâncreas).
Pessoas com hipertensão intracraniana (pressão alta no cérebro) ou trauma cranioencefálico (trauma no
cérebro) não devem fazer uso de Tandrilax, da mesma forma que pacientes que possuem a atividade do
citocromo CYP2C19 reduzida (enzima do fígado), seja por doença ou por uso de outras medicações.
O uso prolongado de Tandrilax pode levar a drogadição e sua descontinuação, a síndrome de abstinência,
quando usado em altas doses e por período prolongado. O uso concomitante com álcool e drogas
depressoras do sistema nervoso central não é recomendado.
Observando-se reações alérgicas tipo coceira ou eritematosas (vermelhidão), febre, icterícia (amarelamento
da pele), cianose (coloração azulada na pele devido à falta de oxigenação) ou sangue nas fezes, a medicação
deverá ser imediatamente suspensa.
Populações especiais
Uso em idosos
O uso em pacientes idosos (pacientes geralmente mais sensíveis aos medicamentos ) deve ser
cuidadosamente observado. Pessoas idosas que fazem uso de Tandrilax devem ser acompanhadas com
cuidado, pois apresentam maior risco de depressão respiratória e de eventos adversos gastrintestinais.
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Pacientes com doença cardiovascular (doenças do coração)
Tandrilax deve ser usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular, pelo risco de eventos
trombóticos cardiovasculares (formação de trombos na circulação) , como infarto ou acidente vascular
cerebral, devido à presença do diclofenaco na fórmula . Em pacientes portadores de doenças
cardiovasculares, a possibilidade de ocorrer retenção de sódio e edema (inchaço) deverá ser considerada.
Pacientes desidratados podem apresentar maiores riscos de hipotensão (pressão bai xa) com o uso do
carisoprodol.
Pacientes com doença no fígado ou rins
Tandrilax deve ser usado com cautela em pacientes com danos no fígado ou nos rins, pois a ação d este
medicamento poderá se alterar e trazer maiores riscos durante seu uso. Nestes casos , é importante que se
avalie cada situação clínica e a dose a ser tomada seja adequada ao paciente.
A meia-vida da cafeína está aumentada em pacientes com doenças do fígado como cirrose (destruição do
tecido do fígado) e hepatite viral (inflamação do fígado causada por vírus). Por isso, ajustes de dose devem
ser feitos para es tes pacientes. Em altas doses, a cafeína pode causar dorsalgia crônica (dor nas costas) ,
desencadear doenças psiquiátricas de base e aumentar a freq uência e a gravidade de efeitos adversos. Os
pacientes que fazem uso de medicações que contém cafeína devem ser alertados quanto à limitação da
ingestão de outras fontes de cafeína como alimentos, bebidas e outros medicamentos contendo cafeína.
Pacientes com doenças no pulmão obstrutivas ou restritivas
Tandrilax deve ser usado com cautela em pacientes com doenças pulmonares (dos pulmões) obstrutivas ou
restritivas crônicas, pelo risco de depressão respiratória.
Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
É recomendável que os pacientes durante o tratamento com Tandrilax evitem dirigir carros, motos e outros
veículos, assim como operar máquinas perigosas, pois o carisoprodol pode interferir com essas capacidades.
Sensibilidade cruzada
Existem relatos de reação cruzada do diclofenaco com o ácido acetilsalicílico. Pacientes que apresentaram
previamente reações alérgicas graves ao ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios não hormonais
(exemplos: ibuprofeno, cetoprofeno) devem evitar o uso de Tandrilax , em razão do maior risco de
broncoespasmos (doença que causa dificuldades para respirar).
Uso na gravidez
Embora os estudos realizados não tenham evidenciado nenhum efeito teratogênico (dano ao feto) ,
desaconselha-se o uso do Tandrilax durante a gravidez e lactação.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da
lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica . Informe
imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS RELACIONADAS AO DICLOFENACO SÓDICO
- Interação Medicamento-medicamento
Gravidade: maior
Há aumento do risco de sangramento no uso associado de ardeparina, clovoxamina, dalteparina, desirudina,
enoxaparina, escitalopram, famoxetina, flesinoxano, fluoxetina, fluvoxamina, nadroparina, nefazodona,
parnaparina, paroxetina, pentoxifilina, reviparina, sertralina, tinzaparina, zimeldina.
Pode ocorrer aumento da toxicidade de algumas medicações como metotrexato, pemetrexede este com risco
de mielossupressão, toxicidade renal e gastrintestinal.
O uso associado ao tacrolimo pode levar a insuficiência renal aguda.
Gravidade: moderada
O aumento das concentrações plasmáticas de diclofenaco pode ocorrer com uso de voriconazol, assim como
ciprofloxacino também pode causar aumento de sua própria concentração plasmática.
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O uso associado de levofloxacino, norfloxacino ou ofloxacino pode causar aumento do risco de convulsões.
O uso associado de anti -hipertensivos da classe dos betabloqueadores (ex. : atenolol) e da classe dos
inibidores da ECA (enzima conversora de angiotensina, ex.: captopril e enalapril) podem ter seu efeito anti-
hipertensivo diminuído.
A associação com acetoexamida, clorpropamida, gliclazida, glimepirida, glipizida, gliquidona, gliburida,
tolazamida ou tolbutamida, pode levar ao aumento do risco de hipoglicemia.
O aumento do risco de desenvolvimento de lesões da mucosa gástrica está associado ao uso de
desvenlafaxina, dicumarol, duloxetina, acenocumarol, anisindiona, citalopram, clopidogrel, eptifibatida ,
milnaciprana, fenindiona, femprocumona, ginkgo, prasugrel, venlafaxina, varfarina e ulmeira.
A amilorida, canrenoato, espironolactona, triantereno podem ter redução do efeito diurético, hipercalemia,
possível nefrotoxicidade quando associadas ao diclofenaco, assim como clorotiazida, clortalidona,
furosemida, hidroclorotiazida, indapamida também terão sua eficácia diurética e anti -hipertensiva
prejudicadas.
A losartana e valsartana podem ter redução do efeito anti-hipertensivo e aumento do risco de insuficiência
renal.
A associação do diclofenaco com a ciclosporina pode aumentar a toxicidade da mesma , potencialmente
levando a riscos de disfunção renal, colestase e parestesias, assim como o uso de digoxina também pode ter
aumento de toxicidade associada a náuseas, vômitos e arritmias.
Há risco de intoxicação por lítio em caso de associação , podendo causar sintomas como fraqueza, tremor,
sede excessiva e confusão.
O uso da matricária pode causar aumento do risco de eventos adversos associados a os anti-inflamatórios
não-hormonais.
O uso dos medicamentos colestipol e colestiramina pode causar diminuição da bi odisponibilidade do
diclofenaco.
Gravidade: menor
O aumento do risco de hemorragia gastrintestinal e/ou antagonismo de efeito hipotensor pode ocorrer no
uso associado a anlodipino, bepridil, diltiazem, felodipino, flunarizina, galopamil, isradipino, lacidipino,
lidoflazina, manidipino, nicardipino, nifedipi no, nilvadipino, nimodipino, nisoldip ino, nitrendipino ,
pranidipina e verapamil.
Interação medicamento-exame laboratorial
Quando se faz uso de diclofenaco , o teste de sangue oculto nas fezes pode pot encialmente dar resultado
falso positivo.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS RELACIONADAS AO CARISOPRODOL
-Interação medicamento-medicamento
Gravidade: Maior
Há risco potencial de depressão respiratória no uso associado a medicações como adinazolam, alprazolam,
amobarbital, anileridina, aprobarbital, bromazepam, brotizolam, butalbital, cetazolam, clordiazepóxido,
clorzoxazona, clobazam, clonazepam, clorazepato, codeína, dantroleno, diazepam, estazolam,
etclorvinol,fenobarbital, fentanila, flunitrazepam, flurazepam, halazepam, hidrato de cloral, hidrocodona,
hidromorfona, levorfanol, lorazepam, lormetazepam, medazepam, meperidina, mefenesina, mefobarbital,
meprobamato, metaxalona, metocarbamol, metoexital, midazolam, morfina, nitrazepam, nordazepam,
oxazepam, oxibato sódico, oxicodona, oximorfona, pentobarbital, prazepam, primidona, propoxifeno,
quazepam, remifentanila, secobarbital, sufentanila, sulfato lipossomal de morfina, temazepam, tiopental e
triazolam. Assim como há risco de depressão do sistema nervoso central com o uso de Kava.
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INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS RELACIONADAS À CAFEÍNA
-Interação medicamento- medicamento
Gravidade: moderada
Medicações como: ciprofloxacino, equinácea, enoxacino, grepafloxacino, norfloxacino e verapamil quando
associadas à cafeína podem levar ao seu aumento de concentração plasmática e consequente estímulo ao
sistema nervoso central.
O uso associado à clozapina pode causar aumento do risco de toxicidade pela mesma com riscos de sedação,
convulsões e hipotensão.
O desogestrel em associação a cafeína pode levar ao aumento da estimulação do sistema nervoso central ,
assim como a fenilpropanolamina, ácido pipemídico e a terbinafina podem causar aumento das
concentrações plasmáticas de cafeína levando a sintomas como ansiedade, irritabilidade, insônia ou
aumento da diurese.
A associação com teofilina também pode cursar com aumento das concentrações plasmáticas da mesma.
Gravidade: menor
A cafeína pode causar redução do efeito terapêutico da adenosina.
Pode potencialmente levar a redução do efeito sedativo e ansiolítico de medicamentos como adinazolam,
alprazolam, bromazepam, brotizolam, clordiazepóxido, clobazam , clonazepam, clorazepato, diazepam,
estazolam, flunitrazepam, flurazepam, halazepam, lorazepam, midazolam, nitrazepam, oxazepam,
prazepam, quazepam, quetazolam, temazepam e triazolam.
Eventualmente pode ocorrer aumento do risco de excitação cardiovascular e cerebral associado a altas
concentrações de cafeína se associado ao uso de dissulfiram.
A meti lxantina pode potencializar os efeitos da cafeína aumentando os riscos de eventos adversos
relacionados à mesma.
-Interação medicamento-exame laboratorial
- Gravidade: menor
A cafeína pode causar uma falsa redução dos níveis séricos de fenobarbital.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS RELACIONADAS AO PARACETAMOL
Interação medicamento-medicamento
- Gravidade: moderada
Medicamentos como a zidovudina, carbamazepina, diflunisal e isoniazida em associação com o
paracetamol apresentam risco de hepatotoxicidade e neutropenia, assim como a fenitoí na também pode
apresentar risco aumentado de hepatotoxicidade e diminuição de eficácia do paracetamol.
A associação com varfarina pode causar risco de sangramento, assim como o acenocumarol pode ter seu
efeito anticoagulante potencializado.
- Gravidade: menor
A associação com cloranfenicol pode aumentar sua toxicidade levando a sintomas como vômitos,
hipotensão e hipotermia.
Interação medicamento-alimento
- Gravidade: maior
O consumo de álcool pode aumentar o risco de hepatotoxicidade da medicação.
Interação medicamento-exame laboratorial
- Gravidade: moderada
O uso de paracetamol pode levar a alterações de exames como falso aumento dos níveis séricos de ácido
úrico e resultado falso positivo do teste do ácido 5-hidroxi-indolacético.
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Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
Este medicamento é contraindicado em caso de suspeita de dengue, pois pode aumentar o risco de
sangramentos.
Não tome este medicamento por período maior do que está recomendado na bula ou recomendado
pelo médico, pois pode causar problemas nos rins, estômago, intestino, coração e vasos sanguíneos.
Este produto contém diclofenaco, que pode causar reações alérgicas, como a asma, especialmente em
pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.
Não use este medicamento caso tenha problemas no estômago.
Atenção: Este medicamento não deve ser utilizado com outros produtos contendo paracetamol. Não
consumir bebidas alcóolicas.
Atenção: Contém lactose monoidratada (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/comprimido.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém o corante vermelho de ponceau 4R.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30 ºC). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas: os comprimidos são de coloração rosa pigmentado, circular e
biconvexo
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Como regra geral, a dose mínima diária recomendada é de um comprimido a cada 12 horas , respeitando o
máximo de um comprimido tomado a cada 8 horas, portanto, três doses diárias. No entanto, cabe ressaltar
que cabe ao médico analisar individualmente cada caso clínico, adaptando a melhor dosagem de medicação
e a duração de tempo de tratamento, de acordo com a idade do paciente e às suas condições gerais. Deverão
ser administradas as mais baixas doses eficazes e, sempre que possível, a duração do tratamento não deverá
ultrapassar 10 dias.
Tratamentos mais prolongados requerem observações especiais (vide item “4” desta bula).
Os comprimidos do Tandrilax devem ser ingeridos inteiros (sem mastigar), junto a refeições, com auxílio
de líquido.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se uma dose for esquecida, você deve tomar o comprimido logo que possível. Se estiver perto da próxima
dose, pule a dose perdida e espere até o horário do medicamento ser tomado habitualmente. Você não deve
tomar duas doses ao mesmo tempo.
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Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
- Reações adversas separadas por frequência de ocorrência
Reação muito comum (> 1/10): aumento das enzimas do fígado.
Reações comuns (> 1/100 e < 1/10): cefaleia, tontura, insônia, tremor, dor, hemorragia gastrintestinal,
perfuração gastrintestinal, úlceras gastrintestinais, diarreia, indigestão, náusea, vômitos , constipação,
flatulência, dor abdominal, pirose, retenção de fluidos corpóreos, edema (inchaço), rash, prurido, edema
facial, anemia, distúrbios da coagulação, broncoespasmo, rinite, zumbido, febre e doença viral.
Reações incomuns (> 1/1000 e < 1/100) : hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva, vertigem,
sonolência, agitação, depressão, irritabilidade, ansiedade, alopecia, urticária, dermatite e eczema.
Reações raras (> 1/10.000 e < 1/1.000): meningite asséptica, convulsões, pancreatite, hepatite fulminante,
insuficiência hepática, depressão respiratória, pneumonia, perda auditiva, agranulocitose, anemia aplástica,
anemia hemolítica, reações anafilacto ides, dermatite esfoliativa, eritema multiforme, s índrome Stevens-
Johnson e necrólise epidérmica tóxica.
- Outras reações observadas sem frequência conhecida
Efeitos cardiovasculares: arritmia cardíaca, vasodilatação periférica (altas doses), infarto do miocárdio,
angina, aumento do risco de eventos cardiovasculares, redução da perfusão esplâncnica (em neonatos
prematuros), palpitações, taquiarritmia, alargamento do complexo QRS do eletrocardiograma (doses
moderadas a altas), hipotensão ortostática e síncope.
Efeitos dermatológicos: pustulose exantematosa generalizada aguda, dermatite de contato, dermatite
liquenoide, dermatose bolhosa linear, necrose de pele e fasciíte necrosante, erupção cutânea fixa e erupção
medicamentosa fixa bolhosa generalizada.
Efeitos metabólicos -endócrinos: acidose, hipoglicemia, hiperglicemia, distúrbios hidroeletrolíticos
(hipocalemia, hipercalemia e hiponatremia), redução de testosterona circulante, aumento da estrona,
aumento das globulinas carreadoras de hormônios sexuais, rabdomiólise, aumento da perda de massa óssea
e hipotermia.
Efeitos hepato -gastrintestinais: aumento da atividade motora do cólon, cirrose hepática, fibrose hepática,
hepatotoxicidade, doença inflamatória intestinal, ulceração colônica, constrição dos diafragmas intestinais,
perda proteica, esofagite, proctite, enterocolite pseudomembranosa, melena e icterícia.
Efeitos genito-reprodutivos: doença fibrocística das mamas, redução das taxas de concepção e aumento
das taxas de gestações múltiplas (homens).
Efeitos hematológicos: coagulação intravascular d isseminada, meta- hemoglobinemia e porfiria aguda
intermitente.
Efeitos infecciosos: sepse.
Efeitos imunológicos: anafilaxia, reação de sens ibilidade cruzada (meprobamato) e reação de
hipersensibilidade imune (quadriplegia, tontura, ataxia, diplopia, confusão mental, desorientação, edema
angioneurótico e choque anafilático).
Efeitos musculoesqueléticos: dorsalgia crônica, paralisia muscular, fasciculações e destruição acetabular.
Efeitos neurológicos: aumento da vigília, hemorragia cerebral, síndrome de abstinência, redução da
capacidade cognitiva), alucinações, psicose, drogadição (uso prolongado), amnésia, acidente vascular
cerebral, encefalite, mioclonia e parestesia.
Efeitos oftalmológicos: retinopatia, infiltrado de córnea, visão borrada e conjuntivite.
Efeitos otorrinolaringológicos: alteração do timbre de voz.
Efeitos renais: insuficiência renal aguda, síndrome nefrótica, nefrotoxicidade, necrose papilar, cistite,
disúria, hematúria, nefrite intersticial, oligúria, poliúria, proteinúria e angioedema.
Efeitos respiratórios: dispneia, hiperventilação, taquipneia, edema agudo de pulmões e pneumonite.
Informe ao seu médico, cirurgião -dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Os sinais de uma provável superdosagem são: confusão, sonolência, batimentos cardíacos rápidos ou
irregulares, falta de apetite, náuseas, vômitos, dor de estômago, pressão baixa, tremores.
T
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Muitos desses efeitos podem ocorrer normalmente e podem não necessitar de atenção médica, porém, em
caso de dúvida, consulte seu médico. Esses efeitos indesejáveis podem desaparecer durante o tratamento
assim que seu organismo se adequar à medicação. Seu médico pod e orientá -lo sobre a natureza dos
sintomas. O profissional de saúde também será capaz de dizer quais as maneiras de se prevenir ou reduzir
muitos desses efeitos. Converse com seu médico se alguns desses efeitos persistirem.
Intoxicações graves podem cu rsar com sinto mas mais intensos ou outros como convulsões, agitação,
incapacidade respiratória, desmaio, alterações do fígado e dos rins, na suspeita de intoxicação grave o
paciente deve ser con duzido imediatamente para um hospital para medidas de suporte à vid a e
monitorização contínua de sinais vitais.
Em caso de suspeita de intoxicação medicamentosa procure imediatamente auxílio médico.
Em caso de uso em grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
III – DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0573.0100
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Produzido por:
Cellera Farmacêutica S.A
Alameda Capovilla, 129
Indaiatuba - SP
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Hist
órico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações da bula
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens da bula Versões
(VP/VPS)
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13/01/2026 -
10450
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Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - publicação
no Bulário RDC
60/12
NA NA NA NA
VP
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8.QUAIS OS MALES QUE EST E
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
III. DIZERES LEGAIS
VPS
4. CO
NTRAINDICAÇÕES
5. A
DVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
6. INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
9. REAÇÕES ADVERSAS
III. DIZERES LEGAIS
VP/VPS
Com
primidos
(30 mg + 125 mg +
50 mg + 300 mg)
06/01/2025 0012081/25-6
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Inclusão inicial de
texto de bula –
publicação no
bulário – RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Inclusão Inicial de Texto de Bula VP/VPS
Com
primidos
(30 mg + 125 mg +
50 mg + 300 mg)
Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa — ACHÉ LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS S.A. Não substitui a bula impressa na embalagem nem orientação médica/farmacêutica.
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